César
O intento de viver em intenso furor,
Vasta em suplica a “res publica” por falta de amor
Mesmo que sã nada lhe será melhor
Como é o próprio amor,
Vide bula o remédio é amar...
Neste imenso império da humanidade em seu Augusto viver,
Rege-nos César por tanto poder...
Mas, no entanto pra que tanto poder?
Se o beneplácito é o amor!
Penso amar-te por ser como você...
Eis que me vejo no rosto de cada ser
Entretanto o viver pelo amor,
Basta-nos como poder!
Cesar Moura
domingo, 10 de janeiro de 2010
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