Danos Morais
Isto é coisa feia
Lá do tempo do “arco da véia”
Sinceramente, a coisa tá preta
Tanta treta por falta de amor
O dissabor jogando areia
É melhor ficar quieto
Pois o risco pode dar dano moral
Não é nada legal
Este fato passional
Do ato sentimental.
Sou filho da velha
Centelha do juízo legal
Não denigre o fino da gente
O pino pira a paixão
Viro a outra face da cara
Uma palavra às vezes dói mais que um bofetão.
O que diz o seu juízo...
Sofro em silêncio o meu prejuízo,
É de amor o que eu mais preciso
Senhor juiz, não me leve a mal
Fui ferido pelos canais da prepotência
Que por diligência se converte em danos morais
Me, dê a justa sentença
Por glória, clemência e amor.
Cesar Moura
domingo, 28 de fevereiro de 2010
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